CNA classifica veto da União Europeia à carne brasileira como injustificado e exige resposta
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil manifestou forte oposição às novas barreiras comerciais impostas pela União Europeia aos produtos de origem animal do país. Para a organização do setor produtivo, a restrição adotada pelo bloco europeu não tem base técnica sólida e representa um entrave severo para o comércio bilateral.
Cobrança por atitude firme
Diante do cenário de perdas financeiras para os produtores nacionais, a entidade do agronegócio encaminhou documentos formais ao ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e ao senador Nelsinho Trad. No material, o setor exige uma postura enérgica tanto do Poder Executivo quanto do Senado Federal frente ao veto que restringe o uso de antimicrobianos.
Possibilidade de retaliação
Como forma de resposta ao bloqueio europeu, a confederação defende a aplicação de medidas recíprocas pelo governo brasileiro. Entre as alternativas sugeridas ao Planalto está a imposição de tarifas de retaliação contra mercadorias provenientes dos países europeus, visando equilibrar as relações comerciais e proteger a economia nacional.
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